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Análise de Dados - 15/02/2022

Manipular Banco de Dados: Você está preparado para dominar essa técnica?

Entenda o que é manipulação de dados, sua importância no ambiente de TI e dicas práticas sobre o assunto.

Manipular Banco de Dados: Você está preparado para dominar essa técnica?

A tática de manipular banco de dados está se tornando, cada vez mais, imprescindível para o mundo dos negócios. É esse material, afinal, que faz com que uma companhia se destaque perante as demais, especialmente em mercados mais competitivos.

Logo, transformar esses dados em informações úteis, e em conhecimento prático, pode ser o ponto da virada de uma empresa. Mas, para isso, é preciso investir em ferramentas que te possibilitem colocar essa estratégia em prática.

Para entender mais sobre como manipular banco de dados, o porquê de apostar na técnica e suas vantagens, confira o texto a seguir.

O que é manipular banco de dados?

De maneira bastante simples, o processo de manipular um banco de dados se refere à organização destes. Ou seja, seu objetivo está em ordenar toda a informação, com isso, fica mais fácil encontrar o material que deseja, trazendo agilidade e eficiência aos processos.

A prática pode ser utilizada em diversas situações, dentre as quais se destacam a gestão de dados, websites e mercado de ações.

No primeiro, o propósito é transformar estes em conhecimento, enquanto o segundo tem como finalidade localizar páginas da web ou fontes de tráfego. Por fim, é possível prever tendências de ações e investir melhor.

. Veja também: 5 Erros cometidos por profissionais de TI e que podem comprometer um projeto em ciência de dados.

Como manipular banco de dados?

Para tornar todo esse processo ainda mais assertivo, o mais indicado é contar com ferramentas adequadas. Essas soluções permitem modificar, organizar e alternar a informação, de forma a tornar seu acesso mais simples. Com isso, ganha-se tempo na busca por esse material e eficiência nos projetos.

Em geral, tais ferramentas se utilizam de algumas técnicas para cumprir com seus objetivos. Entre elas, estão conhecidas fórmulas, tais como o uso de filtros, agregação, concatenação e junção. Assim, os dados são arranjados de maneira automatizada, trazendo os benefícios que a tática promete.

Além disso, ao tratar sobre esse tipo de manipulação é imprescindível abordar a linguagem SQL (Structured Query Language) – usada para executar comandos em banco de dados ela foi criada para que os profissionais de TI pudessem acessar, consultar e modificar os dados estruturais de uma companhia, bem como facilitar a comunicação entre as áreas de desenvolvimento e analytics.

Na prática, o SQL pode ser utilizados em bancos complexos ou mais simples. Para tanto, a linguagem é dividia em:

·      DML – Data Manipulation Language: alteram informações nas tabelas durante a inserção ou exclusão de dados;

·      DDL – Data Definition Language: criam ou deletam objetos nos bancos de dados

·      DCL – Data Control Language: definem permissões, restrições ou bloqueios;

·      DTL – Data Transaction Language: responsável por salvar as alterações nos dados.

 

Principais tipos de banco de dados

Antes de entrar no detalhe sobre as boas práticas de manipulação é fundamental conhecer os principais bancos de dados a serem utilizados durante esse processo. Confira.

Relacionais

Bancos de dados relacionais são os mais populares no mercado. Presentes em sistemas de gestão, como CRMs,ERPs, SQL Server, Oracle, MySQL e Postgree. Esses se destacam pela confiabilidade dos dados e facilidade de manipulação.

Na prática, esses sistemas são baseados integralmente na linguagem SQL, o que torna a inserção de informações fácil e recuperável. Hoje, a maioria dos bancos de dados utilizam o SQL.

Não relacionais

Os bancos de dados não relacionais se diferem dos anteriores por armazenar maiores volumes informações que não podem ser inseridas em formatos de tabelas – inclusive, por isso exigem maior performance se comparado aos relacionais. Ex: MongoDB, Hbase, Cassandra, Aerosipke e Redis

Esses bancos dispensam sistemas de relacionamento, mantendo conteúdos mais complexos e consequentemente, utilizam da linguagem NoSQL (Not Only SQL).

Qual a importância de manipular banco de dados?

Em geral, empresas podem manipular banco de dados para as mais diferentes funções dependendo de sua atuação. Ainda assim, é possível citar três motivos práticos que confirmam a importância desse processo na rotina corporativa.

·      Padronização e consistência: Com os dados organizados, é mais simples que os usuários encontrem o que procuram de forma mais ágil;

·      Visão geral: Da mesma forma, ao ter um banco de dados completo, se faz possível analisar materiais passados, prevendo tendências, tomando decisões e aumentando a produtividade da equipe;

·      Eficiência melhorada: Como consequência dos dois itens anteriores, o que se vê são times mais eficientes, que trabalham de maneira mais rápida e produtiva.

. Veja também: Governança de dados: O que é, qual sua importância e como implementar?

 6 Vantagens de manipular banco de dados

Inúmeras são as vantagens de apostar na técnica de manipular banco de dados, mas é possível destacar 6. Essas são as que mais interferem no dia a dia de uma corporação e, consequentemente, trazem resultados mais claros.

1 - União de fontes

É natural que uma mesma empresa possua as mais diferentes fontes de dados, que podem envolver formulários, dados cadastrais e até redes sociais.

No momento de analisá-los, porém, o que se vê é uma confusão de formatos, complicando assim uma conclusão coerente. Para evitar isso, manipular seu banco de dados é uma excelente estratégia.

2 - Prevenção de redundâncias

A redundância de informação é um fator de bastante perigo para o departamento analítico de qualquer companhia. Assim, investir em ferramentas para manipular o bando de dados te permite evitar esse problema. Ao tratar o material, dados repetidos são retirados e os resultados se tornam mais confiáveis.

3 - Consistência na informação

Toda a organização fruto do ato de manipular o bando de dados torna esse material muito mais consistente. Na prática, então, saem as informações desconexas e de fontes distintas que complicam sua rotina. Em seu lugar, entram dados já agrupados, ordenados e fáceis de se utilizar.

4 - Formação de insights

Nem sempre a conclusão que se busca é a mais óbvia, o que torna preciso uma análise mais atenta. Dessa forma, ao contar com um banco de dados já manipulado o profissional tem uma possibilidade muito maior de gerar insights. Aqui, o foco está, justamente, nas soluções pensadas “fora da caixa”.

5 - Criação de estratégias

Com as informações organizadas, é possível analisá-las e, assim, criar estratégias para a empresa. Essas, por sua vez, passam a ter um embasamento técnico, o que as torna mais assertivas. Logo, apostar na tática se apresenta como uma maneira de se tornar mais competitivo no mercado.

6 - Tomada de decisão

Não somente para a criação das estratégias se faz necessário manipular banco de dados. Sua utilidade também aparece no momento de tomar decisões importantes a respeito de sua atuação. Com conhecimento, se faz possível agir de forma mais ágil e certeira quando uma situação inesperada se apresenta.

Etapas para manipular banco de dados

Engana-se, porém, quem pensa que basta se sentar e começar a manipular um banco de dados. Como qualquer técnica, há uma lista de passos a se seguir para que o resultado seja positivo.

Nesse caso, são 7 as etapas fundamentais para cumprir com os requisitos.

1.   Criar um banco de dados por meio de todas as fontes disponíveis;

2.   Organizar os dados com uma mesma formatação;

3.   Fazer uma limpeza de dados repetidos ou redundantes;

4.   Filtrar os dados por tipo, fonte ou importância;

5.   Criar tabelas e gráficos para transformar os dados em informação;

6.   Analisar as informações e adquirir conhecimento;

7.   Transformar o conhecimento em medidas práticas por meio de um plano de ação.

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